Sábado, 10 de Outubro de 2009

Marés Mortas

Do outro lado

que dá para o

Quintal de África, o desassossego do

Mar faz chegar aos meus sentidos

Uma melodia atlântica.

O sueste adormece-me

e sonâmbulo

Entre as algas e o lodo de recordações que

Julgava definitivamente submersas na baixa-mar

Da minha memória.

Aceito constrangido os magros lucros da

Faina comum: éramos pescadores de sonhos,

Somos escravos de realidades!

A maré da nossa existência atingiu o coeficiente máximo.

Outros mares nos esperam, outras caravelas nos levarão

Para novas descobertas

porque a utopia é a nossa estrela polar.

Que bons ventos te acompanhem no rumo que traçares!

Do lado de lá,

o desassossego do mar impede que a inércia

Da nostalgia embarque na traineira da minha vida!


publicado por o homem das pipocas às 16:38
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