Sábado, 26 de Fevereiro de 2011

O cansaço de Ana

 

Ana costuma olhar pela janela do carro parado na encruzilhado da dúvida, prisioneiro de um semáforo indeciso da cor a indicar ao tráfego agitado da vida. Olha através do vidro e deixa escorrer o olhar por tudo que alcança. Acende a esperança em forma de um cigarro arrojado. Nas fumaças do presente visualiza um poema no conta-quilómetros da sua existência:

“ A vida está cansada

 De gente que não vive

De gente ausente de si mesma.

Andamos perpetuamente em busca de algo

Que está bem longe de nós, bem longe e à frente dos nossos passos,

Talvez num desvio que nunca caminhemos!

Nunca olhamos as flores em nosso redor, nem a felicidade de m sorriso de Agora.

Fazemos poemas de esperança

Fazemos poemas de saudade… e esquecemos de Viver!”

Ps. Há um tio que te adora!

 


publicado por o homem das pipocas às 10:30
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